sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Tucano-de-bico-verde



O Tucano-de-bico-verde (Ramphastos dicolorus) é uma espécie de tucano nativa do Brasil, Argentina e do Paraguai. Tais aves medem cerca de 48 cm de comprimento, possuindo, como o próprio nome popular indica, o bico de cor verde, garganta e peito amarelos e barriga vermelha. Também podem ser conhecidos pelo nome de tucano-de-peito-vermelho. o tucano-de-bico-verde é encontrado em toda a região Sul e Sudeste do Brasil,e também,no sul de Goiás(bem raro no sul de Goiás).

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Águia



A águia é o nome comum dado a algumas aves de rapina da família Accipitridae, geralmente de grande porte, carnívoras, de grande acuidade visual. O nome é atribuido a animais pertencentes a géneros diversos e não corresponde a nenhuma clade taxonómica. Por vezes, dentro de um mesmo género ocorrem espécies conhecidas popularmente por gavião ou búteo.

As águias são também símbolos utilizados em vários contextos e culturas:

Como símbolo das legiões romanas
Como animal nacional dos Estados Unidos da América
Como mascote e símbolo do clube Sport Lisboa e Benfica
Como mascote e símbolo do clube São José Esporte Clube
Como mascote e símbolo do clube Vitória Futebol Clube (ES)

Algumas espécies de águia

Família Pandionidae
Pandion - Águia-pesqueira
Família Accipitridae
Haliaetus
Águia-rabalva (H. albicilla)
Águia-de-cabeça-branca (H. leucocephalus)
Águia-pesqueira-africana (H. vocifer)
Circaetus
Águia-cobreira (C. gallicus)
Buteo
Águia-de-asa-redonda (B. buteo)
Aquila
Águia-pomarina (A. pomarina)
Águia-gritadeira (A. clanga)
Águia-imperial-ibérica (A. adalberti)
Águia-imperial-oriental (A. heliaca)
Águia-real (A. chrysaetos)
Águia-de-bonelli (A. fasciatus)
Águia-calçada (A. pennatus)
Águia-rapace (A. rapax)
Águia-das-estepes (A. nipalensis)
Águia-negra-africana ou águia-de-verraux (A. verrauxi)
Geranoaetus
Águia-chilena (G. melanoleucus)
Harpyhaliaetus
Águia-cinzenta (H. coronatus)
Águia-solitária (H. solitarius)
Harpia (H. Harpyja)
Harpagornis
Águia-de-haast (H. moorei) - extinta
Pithecophaga
Águia-das-filipinas (P. jefferyi)

Simbologia

A águia pode ser vista simbolicamente como símbolo da força, da grandeza e da majestade. Foi muito usada em brasões de exércitos, figurando nos estandartes de Ciro, rei dos Persas, e, mais tarde, durante o segundo consulado de Mário, encimando as lanças que eram insígnias das legiões. Na simbologia cristã aparece como possível símbolo da ressurreição e o triunfo de Cristo e do cristianismo. Foi também o símbolo da alma humana, o símbolo das artes. Chama-se de águia o homem muito perspicaz, penetrante, que vê longe; superior em inteligência. [1]

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Pica-pau



O pica-pau é uma ave da ordem Piciformes, família Picidae, de tamanho pequeno a médio com penas coloridas e na maioria dos machos com uma crista vermelha. Vivem em bosques onde fazem seus ninhos abrindo uma cavidade nos troncos das árvores. Alimentam-se principalmente de larvas de insetos que estão dentro dos troncos de árvores, alargando a cavidade onde se encontram as larvas com seu poderoso bico e introduzindo sua língua longa e umedecida pelas glândulas salivares. Os ninhos são escavados em troncos de árvores o mais alto possível para proteção contra predadores. Os ovos, de 4 a 5, são chocados pela fêmea e também pelo macho durante até 20 dias, dependendo da espécie.

Géneros

Jynx
Picumnus
Pica-pau-anão-barrado - Picumnus cirratus
Pica-pau-anão-dourado - Picumnus aurifrons
Sasia
Nesoctites
Melanerpes
Benedito-de-testa-vermelha - Melanerpes cruentatus
Pica-pau-branco ou birro - Melanerpes candidus
Pica-pau-de-lewis - Melanerpes lewis
Sphyrapicus
Xiphidiopicus
Campethera
Geocolaptes
Dendropicos
Dendrocopos
Pica-pau-malhado - D. major
Picoides
Veniliornis
Pica-pauzinho-avermelhado - Veniliornis affinis
Piculus
Pica-pau-bufador - Piculus flavigula
Colaptes
Pica-pau-do-campo - Colaptes campestris
Pica-pau-verde-barrado - Colaptes melanochloros
Celeus
Pica-pau-de-cabeça-amarela - Celeus flavescens
Pica-pau-chocolate - Celeus elegans
Pica-pau-amarelo - Celeus flavu
Dryocopus
Pica-pau-de-banda-branca - Dryocopus lineatus
Campephilus
Pica-pau-de-topete-vermelho - Campephilus melanoleucos
Pica-pau-de-barriga-vermelha - Campephilus rubricollis
Pica-pau-bico-de-marfim - Campephilus principalis
Picus
Dinopium
Chrysocolaptes
Gecinulus
Sapheopipo
Blythipicus
Reinwardtipicus
Meiglyptes
Hemicircus
Mulleripicus


The prick-wood is a bird of the Piciformes order, Picidae family, of small size the medium with colorful penalties and in the majority of the males with a red crest. They live in forests where they make its nests opening a socket in the trunks of the trees. They are fed mainly of larvae of insects that are inside of the trunks of trees, widening the socket where if they find the larvae with its powerful peak and introducing its language long and humidified by the glands salivares. The nests are excavated in trunks of trees highest possible for protection against predators. The eggs, of 4 the 5, are shocked by the female and also by the male during up to 20 days, depending on the species. Géneros Jynx Picumnus Prick-wood-dwarf-barred - Picumnus cirratus Prick-wood-dwarf-golden - Picumnus aurifrons Sasia Nesoctites Melanerpes Benedict-of-forehead-red - Melanerpes cruentatus Prick-wood-white or birro - Melanerpes candidus Prick-wood-of-Lewis - Melanerpes Lewis Sphyrapicus Xiphidiopicus Campethera Geocolaptes Dendropicos Dendrocopos Prick-wood-threshed - D. major Picoides Veniliornis Prick-small stick-colored - Veniliornis affinis Piculus Prick-wood-bufador - Piculus flavigula Colaptes Prick-wood-do-field - Colaptes campestris Prick-wood-green-barred - Colaptes melanochloros Celeus Prick-wood-of-head-yellow - Celeus flavescens Prick-wood-chocolate - Celeus elegans Prick-wood-yellow - Celeus flavu Dryocopus Prick-wood-of-band-white - Dryocopus lineatus Campephilus Prick-wood-of-tuft-red - Campephilus melanoleucos Prick-wood-of-belly-red - Campephilus rubricollis Prick-wood-peak-of-ivory - Campephilus principalis Picus Dinopium Chrysocolaptes Gecinulus Sapheopipo Blythipicus Reinwardtipicus Meiglyptes Hemicircus Mulleripicus

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Papagaio




O papagaio é uma das muitas aves pertencentes à ordem dos Psitaciformes, família Psittacidae; vivem cerca de 100 anos. Os papagaios têm como característica um bico curvo e penas de várias cores, variando muito entre as diferentes espécies. Alguns papagaios são capazes de imitar sons e, inclusive, a fala humana. A família Psittacidae inclui também as araras, piriquitos e maracanãs, jandaias, piriquitões e apuins.

Algumas espécies
Gênero Amazona
Papagaio-verdadeiro (Amazona aestiva)
Papagaio-de-hispaniola (Amazona ventralis)
Papagaio-de-porto-rico‎ (Amazona vittata)
Papagaio-de-santa-lúcia (Amazona versicolor)
Papagaio-de-são-vicente (Amazona guildingii)
Papagaio-de-peito-roxo (Amazona vinacea)
Papagaio-do-mangue (Amazona amazonica)
Papagaio-galego (Amazona xanthops): provavelmente extinto no estado de São Paulo
Papagaio-charão (Amazona pretei)
Papagaio-grego (Amazona amazonica)
Papagaio-de-cara-roxa (Amazona brasiliensis)
Papagaio-moleiro (Amazona farinosa)
Phauã (Amazona rhodocorytha)
Gênero Cyanoliseus
Papagaio-da-patagónia (Cyanoliseus patagonus)
Gênero Eos
Papagaio-escarlate (Eos bornea)
Gênero Psittacus
Papagaio-cinzento (Psittacus erithacus)

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Fringillidae



Os fringilídeos (família Fringillidae) são aves passeriformes que se alimentam de sementes. A maior parte das espécies conhecidas habitam o hemisfério norte, ainda que se encontrem, em menor extensão, em África e na América do Sul.

São de pequeno ou médio porte e ostentam um bico forte, geralmente cónico e, nalgumas espécies, bastante largo. Todos têm 12 rectrizes e nove rémiges primárias. Os seus ninhos têm a forma de cesto e são construídos em árvores. O seu voo é caracterizado pela alternância entre impulsos bruscos de golpes de asa e momentos de deslize com as asas fechadas. A maior parte das espécies são canoras.

Alguns fringilídeos: Tentilhões, pintarroxos, pintassilgos, verdilhões, lugres, cruza-bicos, enjolo, papa-figos

Sistemática

Família Fringillidae
Subfamília Peucedraminae
Subfamília Fringillinae
Tribo Fringillini
Tribo Carduelini
Tribo Drepanidini
Subfamília Emberizinae
Tribo Emberizini
Tribo Parulini
Tribo Thraupini
Tribo Cardinalini
Tribo Icterini

Passeriformes

Os passerídeos (vulgarmente pássaros ou passarinhos) são aves da ordem Passeriformes. O grupo é bastante numeroso e diversificado, com cerca de 5400 espécies o que representa metade do total de aves. Geralmente, os passerídeos são aves de pequenas dimensões, canoras, com alimentação baseada em sementes, frutos e pequenos invertebrados.

Algumas características dos passeriformes:

Pata com quatro dedos ao mesmo nível uns dos outros, três virados para a frente e um para trás;
Ausência de membranas interdigitais;
Penas: nove a dez remiges primárias, doze rectrizes;
Crias nascem indefesas e requerem cuidados parentais durante pelo menos algumas semanas;
Taxonomia dos Passeriformes
Sub-Ordem Tyranni
Família Tyrannidae
Subfamília Pipromorphinae
Subfamília Tyranninae
Subfamília Tityrinae
Subfamília Cotinginae
Subfamília Piprinae
Família Thamnophilidae
Família Furnariidae
Subfamília Furnariinae
Subfamília Dendrocolaptinae
Família Formicariidae
Família Grallariidae
Família Conopophagidae
Família Rhinocryptidae
Sub-Ordem Passeri
Família Climacteridae
Família Menuridae
Subfamília Menurinae
Subfamília Atrichornithinae
Família Ptilonorhynchidae
Família Maluridae
Família Meliphagidae
Família Pardalotidae
Família Corvidae
Subfamília Cinclosomatinae
Subfamília Corcoracinae
Subfamília Pachycephalinae
Tribo Neosittini
Tribo Mohouini
Tribo Falcunculini
Tribo Pachycephalini
Subfamília Corvinae
Tribo Corvini
Tribo Paradisaeini
Tribo Artamini
Tribo Oriolini
Subfamília Dicrurinae
Tribo Rhipidurini
Tribo Dicrurini
Tribo Monarchini
Subfamília Aegithininae
Subfamília Malaconotinae
Tribo Malaconotini
Tribo Vangini
Família Callaeatidae
Família Picathartidae
Família Bombycillidae
Família Cinclidae
Família Muscicapidae
Subfamília Turdinae
Subfamília Muscicapinae
Tribo Muscicapini
Tribo Saxicolini
Família Sturnidae
Tribo Sturnini
Tribo Mimini
Família Sittidae
Subfamília Sittinae
Subfamília Tichodrominae
Família Certhiidae
Subfamília Certhiinae
Subfamília Troglodytinae
Subfamília Polioptilinae
Família Paridae
Subfamília Remizinae
Subfamília Parinae
Família Aegithalidae
Família Hirundinidae
Família Regulidae
Família Pycnonotidae
Família Hypocoliidae
Família Cisticolidae
Família Alaudidae
Família Nectariniidae
Família Melanocharitidae
Família Paramythiidae
Família Passeridae
Subfamília Motacillinae
Subfamília Prunellinae
Subfamília Ploceinae
Família Estrildidae
Subfamília Estrildini
Subfamília Viduini
Família Zosteropidae
Família Sylviidae
Subfamília Acrocephalinae
Subfamília Megalurinae
Subfamília Garrulacinae
Subfamília Sylviinae
Tribo Timaliini
Tribo Chamaeini
Tribo Sylviini
Família Fringillidae
Subfamília Peucedraminae
Subfamília Fringillinae
Tribo Fringillini
Tribo Carduelini
Tribo Drepanidini
Subfamília Emberizinae
Tribo Emberizini
Tribo Parulini
Tribo Thraupini
Tribo Cardinalini
Tribo Icterini

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

O Regresso do Corvo!




Após um longo período de ausência devido a múltiplas questões do foro profissional, este corvo volta a rasar baixinho os vastos campos semeados de letras da blogoesfera.

Sempre atento ao desenrolar desta narrativa desenfreada, que é a vida, faltam-me as palavras neste regresso tardio. Ou melhor, as palavras não me faltam, não sei é por onde começar, o que no fundo vai dar ao mesmo. Folgo em constatar que esta história sem fim, que lentamente se desenrola, continua a conter todos os ingredientes da arte maior, alternando com sabedoria entre os vários registos que fazem de uma narrativa um prazer completo e complexo. Haja comédia, paixão, drama, aventura, terror.

Um Benfica cor-de-rosa e feliz, quase chinês por um triz, um primeiro-ministro perdido, às escuras e o séquito de fiéis cegos que o acompanha, um Joe, que é quase Dalton, mas se disfarça de Berardo, que ocupa o CCB e dispara em todas as direcções falhando sempre o alvo (enquanto aproveita tal distracção para ir aliviando o peso de umas moedas aos que ficam a olhar para o ar), um Verão primaveril, a fórmula 1 que já não dá, o futebol que está sempre a dar, o Pinto da Catarina que vai ao castigo, a televisão que teima em dar mais do mesmo e do mesmo consegue sempre dar mais, um Penim que tarda em desaparecer, o Lula e o Choco a trocar tinta, os prós e os contras que a nada levam, as Chiquititas que Juram Vingança da Floribella, uma câmara sem presidente, um candidato que queria extinguir o IPPAR, meter água com a EPUL, fazer não se sabe bem o quê com a EPAL, para no fundo extinguir o IPPAR... Uns partos aqui, uns óbitos acolá, cada vez nascem menos, isto anda ao Deus dará… No Iraque tudo na mesma, vão morrendo a conta-gotas e o cowboy todo contente… Pelas Américas revolta-se a gente, cada vez mais limpinhos e ecológicos, do Prius ao Hummer, todos deitam água de colónia dos escapes, com cheirinho a alfazema… Os lusos lá vão reconquistando o mundo há muito perdido, uns poços de petróleo em Angola, umas auto-estradas nos States, o Renova preto sempre a dar… Uma desgraça no Japão, a Maddie que vale um milhão, o Milhafre desaparecido, o cinema que está perdido, na música a mesma coisa, neste mundo meio combalido, passarinho preso na loisa…

Lamento o tom fraudulento e enganador, mas como avisei ao início, estou perdido neste emaranhado de acontecimentos que alternam entre o hilário e o lúgubre. Pode ser que com o tempo me vá reencontrando.

O Corvo.


After a long period of absence due the multiple questions of the professional forum, this crow comes back to strickle baixinho the vast sown fields of letters of the blogoesfera. Always intent when uncurling of this wild narrative, that is the life, they lack the words to me in this delayed return. Or better, the words do not lack to me, do not know are for where starting, what in the deep one it goes to give the same. Folgo in evidencing that this history without end, that slowly is uncurled, continues to contain all the ingredients of the art biggest, alternating with wisdom between some registers that make of a narrative a complete and complex pleasure. It has comedy, passion, drama, adventure, terror. A rose and happy, almost Chinese Benfica for a triz, a lost first-minister, in the darkness and the séquito of blind fidiciary offices follow that it, a Joe, that are almost Atomic mass unit, but if disfarça of Berardo, that occupies the CCB and always goes off in all the direcções failing the target (while it uses to advantage such distracção to go alliviating the weight of currencies to that they are to look at for air), a vernal Summer, formula 1 that already not of, the soccer that she is always to give, the Young chicken of the Catherine that the punishment goes, the television that teima in giving the same more than and of the same it obtains always to give more, a Penim that delays in disappearing, the Squid and the Hatching one to change ink, the advantages and the cons whom the nothing leads, the Chiquititas that Swears Revenge of the Floribella, a chamber without president, a candidate that wanted to extinguish the IPPAR, to put water with the EPUL, to make not knows well what with the EPAL, it stops in the deep one extinguishing the IPPAR… Childbirths here, deaths acolá, each time are born less, this walk to the God will give… In Iraq everything in the same one, goes dying the dropper and the cowboy all contents… For Americas revolt it people, each time limpinhos and ecological, of the Prius to the Hummer, all lie down water of colónia of the escapes, with cheirinho the lavender… The lusos go there reconquering the world have very lost, wells of oil in Angola, auto-roads in the States, black Renova always to give… One renders unhappy in Japan, the Maddie that valley a million, the disappeared Milhafre, the cinema that is lost, in music the same thing, in this half world combalido, passarinho imprisoned in loisa… Moan the fraudulent and deceptive tone, but as I informed to the beginning, I am lost in this confusion of events that alternate between the hilário and the dismal one. It can be that with it goes me to the time reencontrando. The Crow.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Tucano


São designadas por tucano as aves da família Ramphastidae que vivem nas florestas da América Central e América do Sul.

Possuem um bico grande e oco. A parte superior é constituída por trabéculas de sustentação e a parte inferior é de natureza óssea. Não é um bico forte, já que é muito comprido e a alavanca (maxilar) não é suficiente para conferir tal qualidade. Seu sistema digestivo é extremamente curto, o que explica sua base alimentar, já que as frutas são facilmente digeridas e absorvidas pelo trato gastrointestinal. Além de serem frugívoros (comerem fruta), necessitam de um certo nível protéico na dieta, o qual alcançam caçando alguns insetos, pequenas presas (como largarto, perereca, etc) e mesmo ovos de outras aves. Possuem pés zigodáctilos (dois dedos direcionados para frente e dois para trás), típicos de animais que trepam em árvores.

São monogâmicos territorialistas (vivem e se reproduzem em casal isolado). Não há dimorfismo sexual e a sexagem é feita através de DNA. A fêmea e o macho trabalham no ninho, que é construído em ocos de árvores. A fêmea choca e o macho a alimenta. Fazem postura de 3 a 4 ovos, cujo período de incubação é de 18 dias.

O tucano ainda não é uma espécie ameaçada de extinção, entretanto tem sido capturado e traficado para outros países a fim de ser vendido em lojas de animais. Isto tem como conseqüência a diminuição de sua população nas florestas, pondo em risco a variabilidade genética, como também a morte de muitos animais durante o transporte.

Não são aves migratórias.

Lista de espécies
Aulacorhynchus
Aulacorhynchus sulcatus
Tucaninho verde, Aulacorhynchus derbianus
Aulacorhynchus haematopygus
Aulacorhynchus huallagae
Aulacorhynchus coeruleicinctis
Pteroglossus
Araçari-miúdo-de-bico-riscado, Pteroglossus inscriptus
Araçari-miudinho, Pteroglossus viridis
Araçari-de-pescoço-vermelho, Pteroglossus bitorquatus
Araçari-de-bico-de-marfim, Pteroglossus azara
Araçari-de-bico-marrom, Pteroglossus mariae
Araçari-castanho, Pteroglossus castanotis
Araçari-de-bico-branco, Pteroglossus aracari
Pteroglossus torquatus
Araçari de Frantzius, Pteroglossus frantzii
Pteroglossus sanguineus
Pteroglossus erythropygius
Araçari-cinta-dupla, Pteroglossus pluricinctus
Araçari-mulato, Pteroglossus beauharnaesii
Baillonius
Araçari-banana, Baillonius bailloni
Andigena
Andigena laminirostris
Andigena hypoglauca
Andigena cucullata
Andigena nigrirostris

Xilogravura de um tucano.Selenidera
Selenidera spectabilis
Saripoca-de-coleira, Selenidera reinwardtii
Saripoca-de-bico-castanho, Selenidera nattereri
Araçari-negro, Selenidera culik
Araçari-poca, Selenidera maculirostris
Saripoca-de-Gould, Selenidera gouldii
Ramphastos
Ramphastos sulfuratus
Ramphastos brevis
Ramphastos citreolaemus
Ramphastos culminatus
Tucano-de-bico-preto, Ramphastos vitellinus. O Ramphastus vitellinus pintoi é considerado extinto no estado de São Paulo.
Tucano-de-bico-verde, Ramphastos dicolorus
Ramphastos swainsonii
Ramphastos ambiguus
Tucano-grande-de-papo-branco, Ramphastos tucanus
Ramphastos cuvieri
Tucano-toco, Ramphastos toco, freqüentemente chamado apenas de Tucano

Toucan

Toucans are a family, Ramphastidae, of near-passerine birds from the neotropics (i.e. the Central, South American, and Caribbean region). The family is most closely related to the American barbets. They are brightly marked and have large, colorful bills. The family includes five genera and about forty different species. The name of this bird group is derived from Tupi tucana, via French.

Contents [hide]
1 Morphology
2 Behavior
3 Systematic list
4 In Aztec Mythology
5 References
6 External links



[edit] Morphology
Toucans range in size from the Lettered Aracari (Pteroglossus inscriptus), at 130 g (4.6 oz) and 29 cm (11.5 inches), to the Toco Toucan (Ramphastos toco), at 680 g (1.5 lb) and 63 cm (29 inches). Their bodies are short (of comparable size to a crow's) and compact. The tail is rounded and varies in length, from half the length to the whole length of the body. The neck is short and thick. The wings are small, as they are forest-dwelling birds who only need to travel short distances, and are often of about the same span as the bill-tip-to-tail-tip measurements of the bird.

The legs of a toucan are strong and rather short. Their toes are arranged in pairs with the first and fourth toes turned backward. The majority of toucans do not show any sexual dimorphism in their coloration, the genus Selenidera being the most notable exception to this rule (hence their common name, "dichromatic toucanets"). However, the bills of female toucans are usually shorter, deeper and sometimes straighter, giving more of a "blocky" impression compared to male bills. The feathers in the genus containing the largest toucans are generally black, with touches of white, yellow, and scarlet. The underparts of the araçaris (smaller toucans) are yellow, crossed by one or more black or red bands. The toucanets have mostly green plumage with blue markings.


Keel-billed Toucan (Ramphastos sulfuratus)The colorful, giant bill, which in some large species measure more than half the length of the body, is the hallmark of toucans. Despite its size it is very light, being composed of bone struts with little solid material between them. The bill has forward-facing serrations resembling teeth, which historically led naturalists to believe that toucans captured fish and were primarily carnivorous, but today we know that they eat mostly fruit. Why the bill is so large and brightly colored is still debated and may be complex. As there is no sexual dimorphism in coloration it is unlikely to be a sexual signal; It does aid in their feeding behavior (as they sit in one spot and reach for all fruit in range, thereby reducing energy expenditure). It has also been theorised that the bill may intimidate smaller birds, so that the toucan may plunder nests undisturbed (see Behaviour). Also, the beak allows the bird to reach deep into treeholes to access food unavailable to other birds, and also to depredate suspended nests built by smaller birds.

A toucan's tongue is long (up to 14-15 cm, or 6 inches), narrow, grey, and singularly frayed on each side, adding to its sensitivity as an organ of taste.

A structural complex probably unique to toucans involves the modification of several tail vertebrae. The rear three vertebrae are fused and attached to the spine by a ball-and-socket joint. Because of this, toucans may snap their tail forwards until it touches the head.[1] This is the posture in which they sleep, often appearing simply as a ball of feathers, with the tip of the tail sticking out over the head.


[edit] Behavior

Toucans, like this Red-breasted Toucan (Ramphastos dicolorus), nest in hollows in treesToucans are primarily frugivorous (fruit eating), but are opportunistically omnivorous and will take prey such as insects and small lizards.[2] Captive toucans have been reported to actively hunt insects in their cages, and it is possible to keep toucans on an insect-only diet. They also plunder nests of smaller birds, taking eggs and nestlings.[3] This probably provides a crucial addition of protein to their diet. However, in their range, toucans are the dominant frugivores, and as such play an extremely important ecological role as vectors for seed dispersal of fruiting trees.[4]

Toucans are arboreal and typically lay 2–4 white eggs in their nests. They make their nests in already-existing treeholes like natural cavities and holes excavated by other animals such as woodpeckers - the toucan bill has very limited use as an excavation tool. When the eggs hatch, the young emerge completely naked, without any down. Toucans are resident breeders and do not migrate. Toucans are usually found in pairs or small flocks. They sometimes fence with their bills and wrestle, which scientists hypothesize they do to establish dominance hierarchies.


[edit] Systematic list
Genus Aulacorhynchus - green toucanets (6-13 species, depending on taxonomy)
Genus Selenidera - dichromatic toucanets (6 species)
Genus Andigena - mountain toucans (4 species)
Genus Pteroglossus - araçaris (14 species, incl. Saffron Toucanet)
Genus Ramphastos - typical toucans (about 8 species)

[edit] In Aztec Mythology
The ancient Aztecs believed that the toucan's beak was created from rainbows. It was said to be the toucans' reward for being messengers of the gods. The Aztecs would perform ancient rituals worshiping the toucans, believing that because their beak was created from rainbows, that the gods would grant them rain. The ritual involved a member of the chosen family to wear a headress of toucan feathers, and plead the toucan for rain. If rain did not come within three days, (according to the Aztec Calendar,) it would be offered back to the gods on a pyre with a ceremonial burning.[citation needed]

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

SABIÁ LARANJEIRA



Nome Científico: Turdus rufiventris.

· Nome Comum: Sabiá-peito-roxo, Sabiá-de-barriga-vermelha.

· Distribuição: Do Maranhão ao Rio Grande do Sul,
Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso.

· Habitat: Vive na mata, parques e quintais, e até
dentro do centro de cidades como o Rio de Janeiro
quando há alguma arborização. Em regiões mais
secas, sempre a beira de rios e de lagoas.

· Características: 25cm de comprimento, peso de 75g.
O canto dessa espécie é considerado um dos mais
bonitos de toda nossa avifauna, tendo sido inclusive
escolhida como uma das candidatas a ave símbolo do Brasil.
O canto varia de região para região, de mata para mata,
de indivíduo para indivíduo, podendo haver milhares de tipos de
cantos diferentes.

Por isso sua análise requer um bom ouvido e ter sempre em mente que:
a voz deve ser flauteada, semelhante a uma flauta doce;
a altura do canto deve ser média, agradável,
nem muito alta, nem muito baixa;
deve repetir o canto pelo menos duas vezes seguidas;
a melodia, com notas de altura e timbre constantes;
o andamento, um canto sem cortes (completo);
e os itens mais importantes, um canto com notas variadas
e em quantidade.
Um dos cantos mais apreciados é o "Piedade"
(piedade-sinhô/ piedade/tem-dó-de-nós/piedade-sinhô...), de Minas Gerais.

· Alimentação

Hábito alimentar
Onívoro.
Farinhada no.1
Fêmeas em reprodução: mistura de 50% de fubá grosso de milho e 50% de ração de codorna (postura).

Ração
Diariamente: ração peletizada comercial para sabiás. Alguns criadores vem utilizando rações para outros animais, como cães ou leitões.
Farinhada no.2
Para fêmeas com filhotes e pássaros na época de muda: mistura a base de ovo cozido, flocos de milho pré-cozidos e farelo de soja (submetido a processo industrial de tostagem).

Água
Filtrada, renovada diariamente, em bebedouro limpo.
Poli-vitamínico
3 vezes por semana, no bebedouro.

Alimento vivo
Tenebrio molitor, minhocas e até carne moída. Oferecer pequenas quantidade para todos os pássaros 3 vezes por semana, e diariamente para fêmeas com filhotes.
Areia
Limpa, esterilizada, podendo ser fornecida junto com um complexo mineral.

Frutas
Diariamente, desde que livres de agrotóxicos e bem limpas, alguma fruta como: maçã, figo, mamão, abacate, laranja, goiaba, banana, entre outras.

COLEIRO




Nome Científico: Sporophila caerulescens.

· Nome Comum: Coleirinha, Papa-capim.

· Distribuição: Praticamente em todo Brasil,
com exceção da Região Amazônica e Nordeste.

· Habitat: Campos abertos, capinzais.

· Características: 11cm. de comprimento.
Há bastante variação individual e regional de canto (dialetos)
no gênero Sporophila.
O canto é melodioso, muito agradável, sendo um dos mais estimados o tuí-tuí-zero-zero.
Participa das provas de fibra e canto livre nos torneios
de canto em Minas Gerais.

· Alimentação

Hábito alimentar
Granívoro.
Farinhada no.1
Fêmeas em reprodução: mistura de 50% de fubá grosso de milho e 50% de ração de codorna (postura).

Sementes
Diariamente: 55% de alpiste, 20% de painço amarelo, 10% de senha, 10% de níger e 5% de painço português.
Farinhada no.2
Para fêmeas com filhotes e pássaros na época de muda: mistura a base de ovo cozido, flocos de milho pré-cozidos e farelo de soja (submetido a processo industrial de tostagem).

Água
Filtrada, renovada diariamente, em bebedouro limpo.
Poli-vitamínico
3 vezes por semana, no bebedouro.

Alimento vivo
Até 20 larvas do "besouro-de-amendoim" Palembus dermestoides/dia, por fêmea com filhotes.
Areia
Limpa, esterilizada, podendo ser fornecida junto com um complexo mineral.

CANÁRIO DA TERRA






Nome Científico: Sicalis flaveola.

· Nome Comum: Chapinha, Cabeça-de-fogo.

· Distribuição: Praticamente em todo Brasil,
com exceção da Região Amazônica.

· Habitat: Bordas de matas, áreas de cerrado, campos naturais e
pastagens, além de áreas cultivadas.

· Características: 13,5cm de comprimento, peso de 20g.
Um dos cantos mais apreciados pelos passarinheiros.
Os filhotes podem receber aulas de canto, normalmente do
estilo carretilha, metralha ou estalo.
Além da aptidão para o canto, são muito valentes e
por isso, infelizmente, utilizados por alguns criminosos como "canários-de-briga".
Participam das provas de fibra nos torneios de canto em Minas Gerais.

· Alimentação

Hábito alimentar
Granívoro.
Farinhada no.1
Fêmeas em reprodução: mistura de 50% de fubá grosso de milho e 50% de ração de codorna (postura).

Sementes
Diariamente: 50% de alpiste, 30% de painço amarelo, 10% de senha e 10% de níger. Ocasionalmente: painço português, painço verde, painço vermelho.
Farinhada no.2
Para fêmeas com filhotes e pássaros na época de muda: mistura a base de ovo cozido, flocos de milho pré-cozidos e farelo de soja (submetido a processo industrial de tostagem).

Água
Filtrada, renovada diariamente, em bebedouro limpo.
Poli-vitamínico
3 vezes por semana, no bebedouro.

Alimento vivo
Até 15 larvas de Tenebrio molitor/dia por fêmea com filhotes.
Areia
Limpa, esterilizada, podendo ser fornecida junto com um complexo mineral.

BICUDO



Nome Científico: Oryzoborus maximiliani.

· Nome Comum: Bicudo.

· Distribuição: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais e Bahia.

· Habitat: Uma característica marcante do habitat dessa espécie é a presença áreas alagadas onde exista o capim-navalha (Hypolytrum pungens) ou o capim-navalha-de-macao (Hypolytrum schraderianum) ou o capim-tiririca (Cyperus rotundus).

· Características: 15,0cm de comprimento. Seu canto lembra o som de uma flauta, muito apreciado entre os criadores. É atualmente no Brasil um dos pássaros canoros mais afamados e procurados. Quanto ao canto e a cor do bico, ocorrem variações regionais e individuais. Participam das provas de canto e fibra nos torneios.

· Alimentação:



Hábito alimentar
Granívoro.
Vegetais
Milho verde em espiga ocasionalmente, sendo retirado da gaiola após 30 minutos.

Sementes
Diariamente a mistura: 50% de alpiste, 20% de painço branco, 10% de painço verde, 10% de senha e 10% de arroz com casca.
Farinhada
Oferecer diariamente, para todos os pássaros um comedouro tipo "unha" da seguinte mistura: 70% de flocos de milho pré-cozidos (ex: milharina, polentina), 15% de gérmen de trigo e 15% de proteína de soja texturizada. Fêmeas com filhotes devem receber um comedouro/filhote.

Água
Filtrada, renovada diariamente, em bebedouro limpo.
Poli-vitamínico
3 vezes por semana, no bebedouro.

Alimento vivo
Oferecer para cada fêmea com filhotes cerca de 5 larvas de Tenebrio molitor/dia/filhote.
Areia
Limpa, esterilizada, podendo ser fornecida junto com um complexo mineral.

TRINCA FERRO




Nome Científico: Saltator Similis.

· Nome Comum: Bico-de-ferro, João Velho, Pixarro.

· Distribuição: Brasil central e este-meridional (da Bahia
ao Rio Grande do Sul).

· Habitat: Vive à beira da mata, tanto nas baixadas como nas montanhas.
Freqüenta pomares, onde se alimenta de frutas como a jabuticaba.

· Características: 21,0cm de comprimento.
Trata-se de um dos pássaros nacionais com instinto
territorialista mais acentuado.
São extremamente valentes na época de reprodução
mas no período de descanso costumam ser vistos em bandos.
Os cantos mais apreciados em Minas Gerais são
o "Bom-dia-seu-chico-boi", "Bom-dia-seu-tio-joão" e o "Curril-curril-boi".
Nos torneios mineiros de canto participam das provas de Fibra,
Canto Livre e Repetição.

· Alimentação

Hábito alimentar
Onívoro.
Farinhada no.1
Fêmeas em reprodução: mistura de 50% de fubá grosso de milho e 50% de ração de codorna (postura).

Ração
Diariamente a mistura: 50% de ração peletizada comercial para sabiás, 20% de alpiste, 15% de arroz com casca, 10% de girassol e 5% de aveia.
Farinhada no.2
Para fêmeas com filhotes e pássaros na época de muda: mistura a base de ovo cozido, flocos de milho pré-cozidos e farelo de soja (submetido a processo industrial de tostagem).

Água
Filtrada, renovada diariamente, em bebedouro limpo.
Poli-vitamínico
3 vezes por semana, no bebedouro.

Alimento vivo
Oferecer cerca de 5 larvas para cada pássaro 3 vezes por semana, durante o ano todo. Até 30 larvas de Tenebrio molitor/dia por fêmea com filhotes.
Areia
Limpa, esterilizada, podendo ser fornecida junto com um complexo mineral.

Frutas, legumes e verduras
Diariamente, desde que livres de agrotóxicos e bem limpas. Frutas: maçã, mamão, laranja, goiaba, banana. Legumes: pimentão, jiló, berinjela e cenoura. Verduras: escarola, couve, serralha, almeirão. Oferecer algum desses alimentos 3 vezes por semana. Retirar após 30 minutos.

TICO TICO



· Nome Científico: Zonotrichia capensis.

· Nome Comum: Tico-tico.

· Distribuição: É encontrado em todas as regiões do Brasil,
excetuando-se a Amazônia onde há florestas.

· Habitat: Paisagens abertas, campos de cultura, fazendas, jardins.
É abundante em regiões de clima temperado, como nas
montanhas do sudeste.
Freqüentemente o ninho do Tico-tico é parasitado pelo Chopim
(Molothrus bonariensis), que põe seus ovos para serem incubados
e os filhotes criados pela fêmea de Tico-tico.

· Características: 15cm. de comprimento.
É um dos pássaros mais conhecido e estimado de todo Brasil.
Apresenta um canto noturno bem diferente do diurno.
Melodia de 4 a 5 assobios claros e bem pronunciados;
o fraseado e o timbre do canto variam conforme a população
e a região.

· Alimentação



Hábito alimentar
Granívoro.
Farinhada no.1
Fêmeas em reprodução: mistura de 50% de fubá grosso de milho e 50% de ração de codorna (postura).

Ração
Diariamente: ração comercial para sabiás (triturada). Oferecer ocasionalmente pequenas porções de painço português ou senha.
Farinhada no.2
Para fêmeas com filhotes e pássaros na época de muda: mistura a base de ovo cozido, flocos de milho pré-cozidos e farelo de soja (submetido a processo industrial de tostagem).

Água
Filtrada, renovada diariamente, em bebedouro limpo.
Poli-vitamínico
3 vezes por semana, no bebedouro.

Alimento vivo
Até 15 larvas de Tenebrio molitor/dia por fêmea com filhotes.
Areia
Limpa, esterilizada, podendo ser fornecida junto com um complexo mineral.

PINTASSILGO




· Nome Científico: Carduelis magellanicus.

· Nome Comum: Pintassilva, Pintassilgo

· Distribuição: Praticamente em todo Brasil,
com exceção da Região Amazônica e Nordeste.

· Habitat: Mata secundária aberta, árvores em
plantações e quintais, pinhais, cerrado.
Nidifica tanto nas copas das araucárias mais altas
como em cafeeiros.

· Características: 11cm. de comprimento.
Gorjear fino bastante variado, em andamento rapidíssimo; estrofes longas intercalando imitações de outras aves. Canta também em vôo.
Os machos dessa espécie são cruzados com a fêmea do
Canário-do-reino, escolhendo-se fêmeas pequenas deste
último. O híbrido obtido, o "Pintagol", é muito procurado
por suas virtudes como excelente cantor.

· Alimentação



Hábito alimentar
Granívoro.
Farinhada no.1
Fêmeas em reprodução: mistura de 50% de fubá grosso de milho e 50% de ração de codorna (postura).

Sementes
Diariamente: 50% de alpiste, 20% de painço amarelo, 15% de senha, 5% de aveia, 5% de nabão e 5% de perila.
Farinhada no.2
Para fêmeas com filhotes e pássaros na época de muda: mistura a base de ovo cozido, flocos de milho pré-cozidos e farelo de soja (submetido a processo industrial de tostagem).

Água
Filtrada, renovada diariamente, em bebedouro limpo.
Poli-vitamínico
3 vezes por semana, no bebedouro.

Alimento vivo
Até 20 larvas do "besouro-de-amendoim" Palembus dermestoides/dia, por fêmea com filhotes.
Areia
Limpa, esterilizada, podendo ser fornecida junto com um complexo mineral.

CURIÓ




Nome Científico: Oryzoborus angolensis.

· Nome Comum: Avinhado.

· Distribuição: Ocorre em todos as regiões do Brasil.

· Habitat: Vive à beira da mata e pântanos, na procura de sementes de tiririca (Cyperus rotundus).

· Características: 13,0cm de comprimento.
Seu canto lembra o som de um violino. Existe uma grande variedade de cantos de curió, e cada região do Brasil possui sua preferência: em Minas Gerais e no Rio de Janeiro, o canto Paracambi; em São Paulo, o Praia Grande; no Maranhão, o Timbira; em Pernambuco, o Vivitetéo; na Paraíba, o Vovoviu.
É atualmente o pássaro canoro mais cobiçado do país, sendo que o valor de um curió-campeão pode ser superior ao de um carro 0km!

· Alimentação



Hábito alimentar
Granívoro.
Vegetais
Milho verde em espiga ocasionalmente, sendo retirado da gaiola após 30 minutos.

Sementes
Diariamente a mistura: 70% de alpiste, 20% de painço branco, 10% de painço verde. Ocasionalmente e em pequenas quantidades painço português, senha, milheto, quirera de milho, arroz com casca, níger e aveia.
Farinhada
Oferecer diariamente, para todos os pássaros um comedouro tipo "unha" da seguinte mistura: 70% de flocos de milho pré-cozidos (ex: milharina, polentina), 15% de gérmen de trigo e 15% de proteína de soja texturizada. Fêmeas com filhotes devem receber um comedouro/filhote.

Água
Filtrada, renovada diariamente, em bebedouro limpo.
Poli-vitamínico
3 vezes por semana, no bebedouro.

Alimento vivo
Oferecer para cada fêmea com filhotes cerca de 5 larvas de Tenebrio molitor/dia/filhote.
Areia
Limpa, esterilizada, podendo ser fornecida junto com um complexo mineral.

AZULÃO:



Nome Científico:Cyanocompsa Cynoides

· Nome Comum: Azulão-bicudo, Azulão-verdadeiro.

· Distribuição: Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Paraná e Rio Grande do Sul.

· Habitat: Campos e proximidades de matas, construindo o ninho a pouca altura do solo.

· Características: 15,5cm. de comprimento.
Pássaro belíssimo e também excelente cantor. Freqüentemente canta em surdina, por longo tempo, suavemente.
É interessante observar o casal trocando alimento, quando um deposita no bico do outro sementes já descascadas.

· Alimentação :
Hábito alimentar
Granívoro.
Farinhada no.1
Fêmeas em reprodução: mistura de 50% de fubá grosso de milho e 50% de ração de codorna (postura).

Sementes
Diariamente: 50% de alpiste, 20% de painço amarelo, 10% de senha, 10% arroz com casca, 5% de girassol e 5% de aveia.
Farinhada no.2
Para fêmeas com filhotes e pássaros na época de muda: mistura a base de ovo cozido, flocos de milho pré-cozidos e farelo de soja (submetido a processo industrial de tostagem).

Água
Filtrada, renovada diariamente, em bebedouro limpo.
Poli-vitamínico
3 vezes por semana, no bebedouro.

Alimento vivo
Até 20 larvas de Tenebrio molitor/dia por fêmea com filhotes. Oferecer 2 larvas para cada pássaro 3 vezes por semana, durante o ano todo.
Areia
Limpa, esterilizada, podendo ser fornecida junto com um complexo mineral.

Espécies da fauna silvestre que poderão ser criadas e comercializadas com a finalidade de animal de estimação

Conforme determina o Artigo 3º da Resolução Conama nº 394, de 6 de novembro de 2007, o Ibama disponibilizou para consulta pública a lista prévia das espécies da fauna silvestre nativa que serão permitidas para a criação e comercialização, considerando os critérios estabelecidos no Artigo 4º.

As contribuições foram enviadas para o e-mail: fauna.sede@ibama.gov.br com as espécies a serem incluídas ou excluídas devidamente justificadas com base nos critérios estabelecidos pela Resolução Conama nº 394/2007. Somente serão analisadas as contribuições que estejam dentro dos critérios estabelecidos.

A consulta pública ficou disponível para todos os interessados por 30 dias, até o dia 6 de abril de 2008. Ao término deste prazo, o Ibama fará a análise de todo o conteúdo, objetivando editar uma lista que atenda aos anseios da sociedade brasileira.

1. Classe Aves

1.1 – Família Cardinalidae
Nome cientifico Nome comum

Cyanocompsa brissonii Azulão verdadeiro
Cyanocompsa cyanoides Azulão da Amazônia
Saltator maximus Tempera-viola
Saltator similis Trinca-ferro verdadeiro
1.2 - Família Fringillidae
Carduelis magellanica Pintassilgo
1.3 - Família Icteridae
Gnorimopsar chopi Graúna
1.4 - Família Psittacidae
Amazona aestiva Papagaio verdadeiro
Amazona amazônica Papagaio do mangue
Ara ararauna Arara canindé
Ara macao Arara canga
Ara chloropera Arara vermelha grande
Ara severa Maracanã-guaçu
Aratinga aurea Jandaia-estrela
Aratinga auricapilla Jandaia
Aratinga cactorum Periquito da caatinga
Aratinga jandaya Jandaia verdadeira
Aratinga leucophthalma Periquitão-maracanã
Aratinga solstitialis Jandaia
Aratinga weddellii Jandaia de cabeça azulada
Brotogeris versicolurus Periquito de asas amarelas
Brotogeris chiriri Periquito de encontro amarelo
Brotogeris cyanoptera Periquito-de-asa-azul
Brotogeris chrysopterus Periquito de asas douradas
Brotogeris sanctihomae Periquito estrela
Deroptyus accipitrinus Anacã
Diopsittaca nobilis Maracanã-pequena
Forpus passerinus Tuim-santo
Guarouba guarouba Ararajuba
Graydidascalus brachyurus Curica-verde
Myiopsitta monachus Caturrita
Nandayus nenday Jandaia de cabeça negra
Orthopsittaca manilata Ararinha do buriti
Pionites leucogaster Marianinha-de-cabeça-amarela
Pionites melanocephala Periquito de cabeça preta
Pionus menstruus Maitaca
Pionus maximiliani Maitaca-verde
Pionus fuscus Maitaca-roxa
Propyrrhura auricollis Maracanã-de-colar
Propyrrhura maracana Maracanã
Propyrrhura couloni Maracanã-de-cabeça-azul
Triclaria malachitacea Araçuaiava
1.5 - Família Ramphastidae
Ramphastos toco Tucano
1.6 -Família Turdidae
Turdus rufiventris Sabiá-laranjeira
1.7 - Família Emberezidae
Paroaria coronata Cardeal
Sicalis flaveola Canário-da-terra
Sporophila angolensis Curió
Sporophila caerulescens Papa-capim
Sporophila lineola Bigodinho
Sporophila maximiliani Bicudo
Sporophila nigricollis Coleiro-baiano
Zonotrichia capensis Tico-tico
2 – Classe Répteis

2.1 - Família Iguanidae
Iguana iguana Iguana
2.2 - Família Polychrotidae
Polychrus acutirostris Lagarto-preguiça
Polychrus marmoratus Papa-vento

O triste fim de um Coleiro!

Voltamos a falar sobre um dos pássaros que mais me fascinaram até hoje. Novamente ele, o Coleirinho “Neguinho”. Foram 18 anos de muita alegria, mas como tudo nesta vida, ele teve o seu fim, e como não poderia deixar de ser, até a sua morte marcou-me profundamente.

No dia 14 de Agosto de l.998 eu estava dormindo em minha casa e como era de costume ouvi o canto do Coleirinho, sinceramente acho que ele sonhava com algo que o fazia cantar. Pois é isso mesmo, até dormindo ele cantava. Como quase sempre acontecia, acordei com o canto e acordaria novamente mais tarde com um barulho estranho que vinha da garagem de nossa casa onde dormiam os nossos pássaros. Garagem esta que fazia divisão de parede com o meu quarto. Como não ouvi mais nada e ainda muito sonolento, voltei a dormir. Por volta das 7:00 horas da manhã do dia seguinte, ou seja 15 de Agosto do mesmo ano, minha mãe me acorda aos berros. Levantei-me e fui até ela, naquele momento acabei presenciando a gaiola do “Neguinho” caída ao chão, parcialmente destruída e nada do Coleirinha. Olhando mais de perto verifiquei algumas penas e algum sinal de sangue. Minha mãe falou que ao abrir a porta da garagem um gato havia saído por ela. Fiquei mudo e senti uma mistura de tristeza seguido de uma revolta muito grande. Procurei o tal gato durante dias e graças a Deus que nunca o encontrei. Sou uma pessoa comum e não tenho vergonha em dizer que durante alguns dias, movido pela revolta procurei o tal gato para deixa-lo nas mesmas condições que ele deixou o “Neguinho”. O tempo passou e ficou somente a saudade, sempre que vejo um gato me lembro do episódio, mas nunca levantei a mão para nenhum deles. Somente acho que devemos escolher melhor os animais que queremos de estimação e literalmente fazer parte de nosso convívio. Nunca um cão meu saiu de casa sem a sua guia, muito menos foi até a casa de alguém para causar prejuízos. Ter animal de estimação somente para dizer que se tem, é um erro. Não tenho nada contra gatos, mas também não tenho nada a favor. Um animal onde não podemos ter um total controle sobre os seus atos, pode significar um fator de risco para o bem estar de todos. Caso seja do seu interesse ter um gato em casa, lembre-se sempre em alimenta-lo adequadamente e procurar evitar ao máximo que ele saia para dar os seus “passeios” pelas gaiolas dos seus vizinhos.

O Começo de tudo!

Meus amigos... Como acontece com a maioria dos passarinheiros, o gosto e o amor aos pássaros começa ainda na infância. Já aos 6 anos de idade, eu andava com um coleirinho a tira colo, tendo sido Influenciado pelo meu pai Antonio J. J. de Almeida e pelo meu irmão mais velho Antonio Jofre de Almeida(em memória).

O prazer de possuir um pássaro de fibra veio aos 8 anos, quando ganhei de meu pai um Coleiro Papa Capim ou simplesmente Coleirinha como aprendi a chamar. Dentro das várias "Coleirinhas" que tínhamos na época, uma me chamava a atenção pelo porte , espessura da sua coleira 1cm., o tom do seu canto e principalmente pela sua valentia(fibra). Meus amigos para outro Coleiro pousar em cima da gaiola do meu coleirinho, a mesma teria que ter muita fibra ou um parafuso a menos na cabeça. Sempre evitei a briga entre os pássaros, mas algumas vezes era inevitável, principalmente quando eu não estava presente. Aos amigos que não conhecem os pássaros territorialistas, informo que um pássaro desta natureza, durante a temporada de reprodução defende o seu território, seu ninho e sua fêmea com a coragem de um gladiador.

Eu e meu pai costumávamos a ir pescar em rios perto de nossa região(Londrina-Pr.) e sempre que eu podia, saia com o meu Coleiro de nome "Neguinho". Este era um daqueles pássaros que não existe data, hora nem local para exibir o seu canto e sua valentia. Costumávamos a dizer que seu ninho era o cocho de comida, a fêmea era o seu ego e seu território a gaiola. Gostaria de estar com ele nos dias de hoje, principalmente para participar em torneios, sem falsa modéstia, seria páreo duro!!

Hoje tenho pássaros que também me enchem de orgulho, como o Trinca-Ferro "Popó" e o azulão "Maluco", mas a Coleirinha "Neguinho" sempre estará em minhas lembranças. Até hoje não tive coragem de ter outro Coleiro, apenas em respeito a um pássaro que marcou minha infância!


Neguinho morreu aos 18 anos de idade

Transparência

Para dar maior transparência aos torneios, a Federação dos Criadores de Pássaros do Paraná irá efetuar uma rigorosa fiscalização dos pássaros que estiverem participando do Campeonato Paranaense 2008. Em todas as categorias, 30% dos pássaros inscritos serão sorteados para conferencia da Relação de passeriformes, guia de transporte e dados das anilhas e bitola. Os pássaros irregulares serão desclassificados do Campeonato Paranaense. Será também solicitada a carteira de associado no ato da inscrição.

A hora é agora!

No último dia 17 de Maio ocorreu a reunião anual da Fecripar. Foram tratados diversos assuntos relacionados aos passarinheiros do Paraná. Estiveram presentes diretores dos nove clubes filiados a federação. Entre várias medidas colocadas em discussão e votação, ficou criado para o ano de 2008, o fundo de apoio a Cobrap. O fundo tem por finalidade ajudar a custear as diversas ações judiciais em defesa da legalidade das atividades dos passarinheiros. A contribuição irá ser efetuada com o repasse de 20% do valor da inscrição de cada pássaro nos torneios realizados com o aval da Fecripar. Os valores atualmente por inscrição são de dez reais. Parabéns a todos por esta bela iniciativa.

AÇÃO

Vitória (23/09/2008) - Fiscais do Ibama apreenderam dois papagaios chauá no município de Vargem Alta, região sul do Espírito Santo. As aves estavam em duas residências e cada criador recebeu R$ 5,5 mil de multa. Segundo Analistas Ambientais do Núcleo de Fauna, a espécie está ameaçada de extinção e o Espírito Santo é um dos poucos estados que ainda mantém população desta espécie no país.

CRIME

Porto Alegre (03/09/2008) - Uma equipe de 24 fiscais da Superintendência do Ibama/RS e de 10 policiais do Batalhão Ambiental da Brigada Militar estão realizando hoje uma fiscalização nos criadouros amadoristas de passeriformes na Região Metropolitana de Porto Alegre. A equipe é formada por sete viaturas do Ibama/RS e quatro da Brigada Militar, que fazem a fiscalização em parceria. A ação é considerada de rotina pelo responsável pela Divisão de Fiscalização da Supes/RS, analista ambiental Fernando Falcão. Até o momento um criador foi preso em flagrante com petrechos para falsificação de anilhas e conduzido para a Polícia Federal (por fraude e falsificação de documento oficial).